Achei o que tinha perdido.
Ressuscitei o que havia morrido.
Cantei para o silêncio,
e ele devolveu meu canto aos prantos,
por ter sido vencido.
Agora sou forte,
não tenho medo da morte.
Mesmo que seja ela pequena.
Mesmo que seja ela brejeira.
Deixo por hora a ilha da dor,
e para longe dela sigo com todo o amor,
para o norte e avante,
em busca da minha própria sorte,
aquela que não podia abandonar
para que o vento viesse a caçar.
Tenho a vida como destino.
Sigo para o continente.
E que as marés empurrem meu barco,
que por hora já sabe o caminho.
que antes não queria enxergar,
pois o medo das grandes ondas
não o deixava a um porto chegar.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
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